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Ex-ministro da Cultura, Freire repudia encerramento de exposição de arte após protestos

Reprodução

O ex-ministro da Cultura e presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), criticou, em publicação nesta segunda-feira (11) no Facebook (veja aqui), o fechamento da exposição “Queermuseu” promovida pelo banco Santander, em Porto Alegre. A mostra foi encerrada pelos organizadores no domingo (10) após manifestações nas redes sociais e do MBL (Movimento Brasil Livre) contrárias à mostra. O parlamentar classificou a decisão como um erro e uma afronta à liberdade de expressão.

Freire afirmou (veja vídeo abaixo) que quem “fecha exposições de arte é a ditadura” e citou exemplos ocorridos no passado promovidos por regimes totalitários. Ele destacou que não tem a pretensão de debater a qualidade das obras exibidas ou o valor artístico da exposição, mas chamar a atenção para o perigo de um precedente que pode representar um sinal de que “a ditadura e o totalitarismo estão na tocaia”.

A exposição

A exposição “Queermuseu”, no Santander Cultural, em Porto Alegre, fechou as portas para os visitantes neste domingo (10) após protestos na redes sociais e do MBL contra a mostra que tinha como objetivo valorizar a diversidade sexual por meio de temáticas LGBT. O evento contava com obras consagradas de 85 pintores mundiais, dentre eles, Alfredo Volpi e Cândido Portinari. A mostra deveria seguir até o dia 08 de outubro.

O PPS Diversidade também divulgou nota pública (veja aqui) em protesto contra o encerramento antecipado da mostra.

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