CIDADANIA23

PORTAL NACIONAL

Economia brasileira cresceu 1% em 2017, mostra indicador da FGV

De acordo com o Monitor do PIB da FGV, a agropecuária avançou 12,8% em 2017

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, cresceu 1% em 2017 e atingiu o valor de R$ 6,51 trilhões, segundo o Monitor do PIB da FGV (Fundação Getulio Vargas). O indicador, divulgado nesta quarta-feira (21), não é um dado oficial, já que o PIB é calculado oficialmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e será divulgado no dia 1º de março.

O resultado aponta para a tendência de recuperação do nível da atividade econômica também aferido pelo IBC-BR (Índice de Atividade Econômica do Banco Central). Segundo esse índice (veja aqui), o crescimento do PIB foi de 1,04% no ano passado na comparação com 2016.

Segundo a FGV, o indicador cresceu depois de dois anos de retração, com resultados positivos na agropecuária (12,8%), indústria (0,1%) e no setor de serviços (0,3%). Entre os segmentos da indústria, a principal alta ficou com a extrativa mineral (4,5%). A construção teve a única queda dentro da indústria (-5%).

Entre os segmentos dos serviços, o destaque ficou com o comércio (1,8%). Também cresceram os grupos de transportes (1,1%), imobiliários (1%) e outros serviços (0,7%). Tiveram queda os serviços de informação (-1,7%), intermediação financeira (-1,6%) e administração pública (-0,6%).

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, com alta de 1,1%, e as exportações, com avanço de 6%, foram os responsáveis pelo crescimento da economia brasileira. Os investimentos tiveram queda de 1,9% e o consumo do governo recuou 0,5%. As importações cresceram 4,9%.

Último trimestre

No quarto trimestre do ano, o PIB cresceu 2,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com altas de 5,1% na agropecuária, 3,1% na indústria e 1,9% nos serviços. Sob a ótica da demanda, foram registrados crescimentos de 3% no consumo das famílias, 3,5% nos investimentos e 12,4% nas exportações. O consumo do governo manteve-se estável. (Com informações da Agência Brasil)

Nenhum conteúdo relacionado

Deixe uma resposta