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Geraldo Alckmin promete maior investimento em obras de saneamento básico no País

Reprodução - Ronaldo Silva/Futura Press/ Estadão Conteúdo

Durante o debate da TV Gazeta, Geraldo Alckmin também defendeu a Operação Lava Jato

O candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) garantiu, neste domingo (09), que irá priorizar obras de saneamento básico no Brasil. O compromisso foi feito durante debate promovido pela TV Gazeta, em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo e a rádio Jovem Pan.

“Saneamento é saúde para a população, preservação do meio ambiente e emprego na veia, porque gera muita obra. Vamos investir fortemente e devolver aos estados e municípios o que eles pagam de tributo federal para gerar investimento”, se comprometeu (veja aqui as diretrizes gerais do programa de governo do candidato).

O PPS integra a coligação “Para Unir o Brasil” (PSDB, PTB, PP, PR, DEM, SOLIDARIEDADE, PPS, PRB e PSD) que apoia à candidatura do ex-governador de São Paulo.

Saúde

O presidenciável tucano voltou a destacar a necessidade da correção da tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). E assegurou que, em seu governo, os procedimentos mais defasados serão os primeiros a serem corrigidos.

“Quero destacar que vamos cobrar das seguradoras de saúde pelos serviços prestados. Isso pode trazer R$ 3 bi para o SUS. Melhorar gestão é necessário, mas há necessidade de corrigir a tabela do SUS. Vou começar a corrigir pelos procedimentos mais defasados como fiz em São Paulo.”, disse o ex-governador de São Paulo.

Contas públicas

Geraldo Alckmin atribuiu os desajustes das contas públicas do Brasil à gestão do PT e prometeu promover o desenvolvimento do País.

“O desajuste total das contas públicas que levou a 13 milhões de desempregados foi obra do PT e seus aliados. Eles que criaram esse déficit primário absurdo.”

Em resposta às críticas da candidata da Rede, Marina Silva, Alckmin destacou que o PSDB nunca esteve ao lado do PT.

“Primeiro, sou contra qualquer tipo de privilégio. Com todo respeito à candidata Marina Silva, ela teve 20 anos de PT. Em 2006 ocorreu o mensalão e ela não saiu do PT. Nós estivemos sempre do outro lado porque nunca acreditamos nessa proposta”, rebateu Geraldo Alckmin.

Lava Jato

Durante o debate, Geraldo Alckmin também defendeu a Operação Lava Jato.

“Quem deve, tem que ser punido. Quem não deve tem que ser absolvido. A população deseja isso.”, afirmou o presidenciável que complementou destacando a necessidade de uma reforma política no país: “Precisa haver uma reforma política Estamos em ambiente político totalmente errado. Diminuir partido, ministérios, senadores e deputados, uma grande reforma do estado.”, argumentou o tucano sobre o combate a corrupção.

Segurança

Na área de segurança pública, Alckmin se compromete com ações para combater o tráfico, que segundo ele, é o maior responsável pela explosão da violência no País.

“Essa é uma questão absolutamente prioritária. Ano passado tivemos 63 mil assassinatos no Brasil. Um triste recorde voltado ao tráfico de armas e drogas. Vou trabalhar firme integrando as fronteiras. Endurecer a legislação contra o crime organizado. Ter uma guarda nacional em caráter permanente. Vamos atuar nas 150 cidades mais violentas do país em uma força tarefa”, assegurou. (Assessoria do candidato/Shirley Loiola)

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