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Igualdade 23 repudia assassinato de mestre de capoeira em Salvador

O coletivo do PPS Igualdade 23 divulgou nota pública (veja abaixo)  em repúdio ao assassinato do mestre de capoeira conhecido por Moa do Katende, em Salvador, na madrugada desta segunda-feira (08).

Além de prestar solidariedade aos familiares, o Igualdade 23 cobra das autoridades baianas “celeridade e rigor na apuração dos fatos e consequente punição ao autor”.

“O episódio evidencia que o Brasil passa por momentos preocupantes no que se refere a não perdermos as conquistas democráticas, o direito a livre expressão e o respeito aos direitos humanos. Não podemos abrir mão desses valores”, diz o dodumento

Assassinato de mestre Moa do Katende é episódio triste e revoltante

A morte do mestre de capoeira conhecido como Moa do Katende num bar no bairro Engenho Velho de Brotas na madrugada desta segunda-feira, em Salvador, é uma barbárie que merece a indignação de pessoas que prezam pela democracia e pela civilidade nas relações sociais.

Diante de tamanha violência, o Coletivo Igualdade 23 em primeiro lugar presta solidariedade à dor de familiares e amigos do mestre Moa. Outra manifestação importante é cobrar das autoridades baianas pela celeridade e rigor na apuração dos fatos e consequente punição ao autor.

É simbólico que o crime tenha ocorrido em Salvador, cidade majoritariamente negra e que a vítima tenha sido um negro, defensor da cultura afro-brasileira e militante de causas sociais.

O episódio evidencia que o Brasil passa por momentos preocupantes no que se refere a não perdermos as conquistas democráticas, o direito a livre expressão e o respeito aos direitos humanos. Não podemos abrir mão desses valores.

Ansiamos que a vida de mestre Moa não sido ceivada em vão, que esse episódio sirva de alerta e lição para que episódios tristes e revoltantes como esse não se repitam na Bahia e em todo o território nacional.

Coordenação Nacional do coletivo Igualdade 23

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