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Carmen Zanotto participa de evento que alerta para os riscos da prematuridade

Robson Gonçalves

Carmen (esq.) preside a Frente Mista da Prematuridade e é autora de PL sobre o tema

A prematuridade é um grande problema de saúde pública no Brasil. Além do risco de morte para a mãe e o bebê, o nascimento prematuro deixa marcas psicológicas permanentes para as famílias e é a principal causadora de sequelas de saúde nos recém-nascidos, muitas vezes acarretando danos incapacitantes.

Na avaliação da deputada federal Carmen Zanotto (PPS-SC), que preside a Frente Parlamentar Mista Pela Causa da Prematuridade da Câmara dos Deputados, o governo e a sociedade devem priorizar esse tema para melhorar a qualidade do tratamento aos nascidos prematuros, inclusive fora do hospital, e para reduzir o elevado índice de nascimentos nessas condições.

Autora do projeto (PL 10739/2018) que torna oficial o “Novembro Roxo”,  Carmen Zanotto participou nesta terça-feira (06), na Câmara dos Deputados, de evento que marca a abertura da campanha em todo o País. O Dia da Prematuridade é celebrado em 17 de novembro.

“Precisamos trabalhar pela redução do número de partos por cesariana e de nascimentos de crianças prematuras. Sabemos que a ciência e as técnicas têm avançado muito em relação ao parto humanizado. E quanto menos crianças nascerem com prematuridade, maiores serão as chances de sobrevida”, afirmou Carmen.

A proposta de parlamentar do PPS-SC dispõe sobre a realização anual de atividades e mobilizações direcionadas ao enfrentamento do parto prematuro e na assistência, proteção e promoção dos direitos dos bebês prematuros e suas famílias.

De acordo com o Ministério da Saúde, nascem no País 931 prematuros por dia, o equivalente a 40 por hora. A taxa de prematuridade é preocupante, com 12,4% do total de nascimentos. Este índice é o dobro dos países da Europa.

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